Esta foto de DR.Almir GABRIEL em Juruti, quanto Governador,veio na campanha de Simão Jatene para Governo do Estado, essa reunião aconteceu nas dependencia do Clube Chapéu de Palha, onde confirmamos nosso apóio ao candidato ao Governo do Estado, o PMDB, apóio o candidato de Almir Gabriel, politico de uma palavra muito forte, amigo de Juruti, que concluiu a estrada trans lago, iniciado do Governo de Jáder Barbalho, que na época eramos Prefeito e fizemos essa solicitação ao Jáder,quando Dr. Almir Gabriel já era Governador voltamos com ele acompanhado do Dep. Antonio Rocha, mostramos á ele a importancia dessa PA, paranossos irmão da região do lago grande aí com a palavra forte do Governador, então foi concluida a referida estrada. Que Deus possa te-lo em suas mãos, Almir era meu amigo, fui assessor desse tão importante lider politico do Pará
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
ALMIR GABRIEL: A ÚLTIMA VEZ QUE VIZITOU A REGIÃO
Por Jeso Carneiro em 19/2/2013 às 11:5O
A última vez que o ex-governador Almir Gabriel esteve solo santareno foi no dia 21 junho de 2006. Era candidato a governador pelo PSDB. Foi para o 2º turno, mas perdeu a eleição para a candidata do PT ao cargo, Ana Júlia Carepa.
Em Santarém, Almir não fechou no seu grupo de apoio, entre os quais o atual prefeito Alexandre Von.
Aproveitou a ocasião e, também, cavou encontro com a prefeita à época, Maria do Carmo (PT).
As fotos acima, de Celivaldo Carneiro, registram esses momentos de Almir na cidade. Na da esquerda, ele recebendo presente de Maria do Carmo; à direita, recebendo cumprimentos de Alexandre Von ainda no aeroporto.
MORRE EX. GOVERNADOR DO PARÁ
Categoria Segurança Pública · Tags: Amazonas
Por Jeso Carneiro em 19/2/2013 às 09:29 ·
Almir Gabriel, ex-governador do Pará, morreu.
Ele estava internado desde o início do mês em um hospital particular em Belém por causa de enfisema pulmonar. Um dos fundadores do PSDB no estado, era fumante e estava com 80 anos.
Por causa da morte do ex-governador, a Alepa (Assembleia Legislativa do Pará) suspendeu a sessão ordinária de hoje (19) da Casa.
Nascido em Belém (18 de agosto de 1932), Almir era médico. Foi prefeito de Belém (1983-1986), senador pelo PMDB, candidato a vice-presidente da República na chapa encabeçada por Mário Covas (PSDB),
na eleição de 1989 e governador por dois mandatos (1995-2003).
Foi Almir Gabriel que lançou na vida política o atual governador do Pará, Simão Jatene.
Estava filiado ao PTB.
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Atualizado às 10h45
A Secretaria de Comunicação do Governo do Estado (Secom) informa, com pesar, o falecimento do ex-governador do Estado do Pará, Almir José de Oliveira Gabriel, na manhã desta terça-feira, 19 de fevereiro, em Belém.
O corpo será velado no Palácio Lauro Sodré, onde receberá as homenagens oficiais como chefe de Estado.
O sepultamento será no túmulo da família Gabriel, em Castanhal.
Em sua carreira política, Almir Gabriel passou pelos cargos de prefeito de Belém, senador da República e governador do Pará por duas vezes, destacando-se como uma das maiores lideranças políticas do Estado.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
MUNICIPIOS DO OESTE PARAENSE DEVEM AUMENTAR VALOR DO TFD
O Ministério Público Federal (MPF) está encaminhando nesta semana notificações a VINTE Municipios da região oeste do Pará, recomendando que aos pacientes em Tratamento Fora de Domicílio (TFD) seja pago o valor de R$ 520 por mês.
A notificação teve como base uma investigação do MPF que verificou que diversos municípios da região passaram a pagar aos pacientes em TDF menos que quando pagavam quando as despesas ficavam a cargo do Estado do Pará, apesar da União ter aumentado o volume de recursos repassados aos municípios.
O MPF considera que o custeio deve considerar necessidades de alimentação e estadia do paciente e do acompanhante.
Assim que receberem as recomendações, as secretarias municipais de saúde terão dez dias para apresentar resposta. Caso seja considerada insatisfatória, o MPF pode tomar medidas judiciais para obrigar os municípios a pagar a quantia.
Os municípios que vão receber a recomendação são Almeirim, Aveiro, Belterra, Curuá, Faro, Gurupá, Itaituba, Jacareacanga, Juruti, Monte, Alegre, Mojuí dos Campos, Novo Progresso, Óbidos, Oriximiná, Placas, Prainha, Rurópolis, Santarém, Terra Santa e Trairão.
DOL com informações do MPF)
A PREFEITURA DE JURUTI, COMEÇA PAGAR SALARIOS DEIXADO POR EX. PREFEITO
Depositado hoje (6) na conta dos servidores temporários da área de Educação de Juruti o salário referente ao mês de dezembro de 2012.
Esse foi o, digamos assim, fogo amigo deixado pelo ex-prefeito Henrique Costa (PT) ao seu sucessor e aliado Marquinho Dolzane (PSD).
Em dezembro, o governo federal repassou cerca de R$ 4,4 milhões do Fundeb ao município. Ainda assim, o salários dos professores e demais servidores da Semed não foi pago.
Depois dos temporários, será a vez dos efetivos receberem o atrasado de 12/2012, programado para os próximos dias.
O gatilho do pagamento de janeiro já foi acionado pelo atual prefeito. Só falta contemplar os servidores da área de Saúde.
- Se o pagamento não é feito, são recursos que deixam de circular no município afetando toda uma cadeia econômica – explica Marquinho Dolzane." O TEMPO É A RAZÃO DA VERDADE" conclui o blog do Isaias filho
Com informações da Prefeitura de Juruti - blog do Jeso Carneiro
Esse foi o, digamos assim, fogo amigo deixado pelo ex-prefeito Henrique Costa (PT) ao seu sucessor e aliado Marquinho Dolzane (PSD).
Em dezembro, o governo federal repassou cerca de R$ 4,4 milhões do Fundeb ao município. Ainda assim, o salários dos professores e demais servidores da Semed não foi pago.
Depois dos temporários, será a vez dos efetivos receberem o atrasado de 12/2012, programado para os próximos dias.
O gatilho do pagamento de janeiro já foi acionado pelo atual prefeito. Só falta contemplar os servidores da área de Saúde.
- Se o pagamento não é feito, são recursos que deixam de circular no município afetando toda uma cadeia econômica – explica Marquinho Dolzane." O TEMPO É A RAZÃO DA VERDADE" conclui o blog do Isaias filho
Com informações da Prefeitura de Juruti - blog do Jeso Carneiro
EX. GOVERNADOR ALMIR GABRIEL CONTINUA EM ESTADO GRAVE
O ex-governador do Pará Almir Gabriel permanece internado em estado grave, com quadro de edema e enfisema pulmonar. O político está hospitalizado desde a última segunda-feira (6) e foi transferido para Unidade de Tratamento Intensiva (UTI) do Hospital Geral da Unimed (HGU) na noite de terça-feira (7).
Há alguns anos Almir sofre de problemas pulmonares. O ex-governador foi diagnosticado com enfisema nos pulmões, uma doença degenerativa, que provoca a perda de capacidade respiratória e oxigenação insuficiente, tendo como uma de suas causas a exposição prolongada ao fumo de tabaco. Ele também enfrenta um edema, que representa um acúmulo anormal de líquido nos pulmões, o que leva à falta de ar.
A família não se manifestou sobre o assunto e pediu ao hospital para que não sejam divulgados os boletins médicos referentes ao estado de saúde do ex-governador.
Almir Gabriel tem 80 anos, é formado em medicina pela Universidade Federal do Pará (Pará) e especializado em cardiologia. Na vida política já foi senador da república, além de prefeito de Belém e governador do Pará. A internação mais recente do político ocorreu em janeiro, quando foi internado por dois dias. No dia 25 ele teve alta do hospital.
(DOL com informações do repórter Amaury Silveira)
Postado por Hiromar Cardoso às 07:44:00
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
ALCOA ADIA PLANO DE EXPANSÃO DE MINA DE BAUXITA DE JURUTI
Por Olivia Alonso e Ivo Ribeiro
Franklin Feder, presidente: "Com as operações da mina ainda no vermelho, ficamos sem argumentos para convencer a matriz americana para fazer novos em investimentos na ampliação de Juruti"
A Alcoa pôs o pé no freio em seus planos para o Brasil. A expansão da mina de bauxita Juruti, no oeste do Pará, deixou de figurar entre seu programa de investimentos. "Com as operações da mina ainda no vermelho, ficamos sem argumentos para convencer a matriz americana em investir na ampliação de Juruti", afirmou ao Valor Franklin Feder, presidente da companhia na América Latina e Caribe.
"A situação da indústria não melhorou. Eu gostaria de aumentar a extração em Juruti, mas neste momento não é possível", disse Feder. Segundo o executivo, A Alcoa vem amargando perda anual de US$ 80 milhões apenas com a amortização dos investimentos já feitos na mina de Juruti.
Para 2013, os aportes planejados pela Alcoa para o Brasil são inferiores aos deste ano e não contemplam expansão da mina. A empresa prevê investir US$ 100 milhões, ante US$ 150 neste ano, recursos que serão destinados principalmente à manutenção de operações, à hidrelétrica de Estreito e à construção de lagos de resíduos e de lama (para proteção ambiental) na fábrica de alumina em São Luís. Cada lago leva dois aos de construção, ao custo de US$ 5 milhões, e é ocupado no prazo de cinco anos.
A mina de Juruti, que já recebeu aportes de R$ 3,3 bilhões da companhia desde 2005, tem potencial para a extração de 12 milhões de toneladas de bauxita por ano, mas hoje opera com mais de um terço da capacidade (4,3 milhões de toneladas ao ano). Para que tivesse produção elevada para 7 milhões de toneladas - número que Feder diz considerar ideal e que traria o equilíbrio entre despesas e receita -, seriam necessárias outras centenas de milhões de dólares de investimento.
A dificuldades enfrentados no Brasil, com o alto custo de energia, e as perspectivas ruins para os preços do alumínio em 2013 podem levar a companhia a reorganizar operacionalmente suas fundições de produção de alumínio primário de Poços de Caldas (MG) - a mais antiga e menos eficiente - e de São Luis (MA), a mais moderna. "Não é nossa intenção fechar fábrica no Brasil, mas uma solução para o custo da energia não pode demorar muito tempo", disse o executivo.
A Medida Provisória (MP) 579, que trata da prorrogação das concessões do setor elétrico, só resultará,segundo Feder, em uma redução de 10% a 12% no custo de energia para as indústrias, bem abaixo dos 28% mencionados pela presidente Dilma Rousseff quando ela apresentou a MP, em setembro deste ano. "A medida atingiu a modicidade tarifária, que era um de seus objetivos, mas não melhorou a competitividade da indústria".
Para demonstrar a preocupação do grupo, em junho, o presidente global da Alcoa, Klaus Kleinfeld, encontrou-se com a presidente Dilma em Brasília. A presidente da República pediu um pouco de paciência, pois anunciaria medidas que garantiriam a fábrica de Poços de Caldas (MG), ameaçada de ser fechada, como várias fundições no mundo. Agora, com no máximo 12%, e não os 28% que se esperava, as operações seguem ameaçadas.
Mesmo para obter os 12% de desconto da MP, a empresa tem de negociar com a Eletronorte, com quem tem contrato de fornecimento de energia válido até 2024 para a fábrica da Alumar. O custo dessa energia está acima de US$ 60, 50% superior aos US$ 40 da média global. Se o desconto de 28% fosse possível, o preço pago chegaria a aproximadamente US$ 48. A empresa 70% de ^geração própria, com investimentos em quatro hidrelétricas: Estreito (MA/TO), Machadinho (SC/RS), Barra Grande (SC/RS) e Serra do Facão (GO).
No total, a Alcoa terá disponível, quando Estreito estiver à plena operação, 506 MW de energia das quatro unidades com investimento próprio. Hoje, já supre 100% de Poços de Caldas (210 MW) e parte da Alumar (que consome em torno de 447 MW). A diferença final (180 MW), que tem a Eletronorte como maior fornecedor, terá de ser adquirida no mercado.
A fábrica de Poços de Caldas prevê terminar 2012 com produção de 86 mil toneladas de alumínio primário e a de São Luis com 243 mil toneladas, conforme dados fornecidos à Associação Brasileira do Alumínio (Abal).
No cenário internacional, outro problema é o preço do alumínio, que Feder não espera subir no ano que vem, com os estoques altos em todo o mundo e a grande produção chinesa. Neste ano, a China deve produzir 19,5 milhões de toneladas de alumínio, segundo estimativas de Paul Adkins, sócio da AZ China, consultoria especializada em alumínio localizada em Pequim. O número é quatro vezes maior do que as 4,5 milhões de toneladas de 2002.
Além disso, a situação da indústria não melhorou neste ano, com mais países europeus em recessão e os EUA se recuperando lentamente, o que reduziu o consumo global dos metais. Nestas circunstâncias, o alumínio, que era negociado a US$ 2.175,12 por tonelada, em média, em janeiro deste ano, estava 9,8% menor em novembro (US$ 1.961,52), na Bolsa de Londres (a LME).
Os preços ruins também afetaram operações Alcoa fora do país. A empresa acabou de fechar uma operação na Itália, onde produzia 150 mil toneladas de alumínio, e está negociando o custo de energia na Espanha, onde produz 250 mil toneladas. "A indústria do alumínio nunca operou em uma taxa de utilização tão baixa, de 82%", disse Feder. Segundo ele, 45% das companhias de alumínio no mundo operam com prejuízo operacional, sendo que na China todas estão nesta situação.
Com preço e custos de energias desfavoráveis, o setor no Brasil só não teve um ano pior porque o câmbio (terceiro tripé da indústria) favoreceu o mercado. O dólar em um patamar mais alto do que em 2011 acabou compensando em parte os demais fatores. No entanto, se o dólar mudar de sentido e cair para perto de R$ 1,85 ou R$ 1,90, os descontos de 10% a 12% nas tarifas de energia acabam sendo anulados, segundo Feder.
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